35 anos e muitas histórias

A Relojoaria e Ótica Sidy recebeu homenagem na Câmara de Vereadores de Joinville na noite desta quarta-feira (27)

Por Jacson Carvalho 28/03/2018 - 09:35 hs

 

Não é para qualquer um, não é qualquer empresa que sobreviver 35 anos e ainda manter a mesma qualidade e atendimento desde quando abriu. A história da Sidy Relojoaria e Ótica se mistura com o desenvolvimento da cidade.

                Imagine abrir uma empresa nos dias de hoje, já é difícil, com taxas de juros altas, burocracias e instabilidade de mercado. Agora imagine abrir uma empresa em 1983, nem democracia existia ainda, em plena ditadura Militar, tem que ter muita coragem. Logo veio o primeiro presidente da República eleito que não assumiu, veio o vice José Sarney e maior “loucura” econômica que o Brasil viveu. A inflação passava dos 60%, a remarcação dos preços era diária. Quem viveu este momento sabe muito bem o que era ir ao Mercado e poder comprar apenas um litro de leite ou apenas uma lata de azeite por pessoa.

                Quando todos achavam que iria melhorar veio Fernando Collor e congela a poupança de todos, todo dinheiro guardado para o empresário investir ou usar como porto seguro, margem de segurança de uma empresa foi saqueado por uma política de recuperação econômica desesperadora.

                Sim, muita coisa aconteceu e lá estava Raul Sidney Hasse, ou apenas Sidy como é conhecido, forte e firme rumo aos 35 anos da empresa. Falei de dificuldades passadas, mas a economia recentemente, de 2015 para cá quase parou.

                Ficar firme com uma empresa todo este tempo é motivo de homenagem sim, e merecidamente foi feita com moção do Vereador Rodrigo Coelho (PSB) e homenageada pelo vereador Rodrigo Fachini (PMDB) na noite desta quarta-feira (27).

               

A Empresa

 

Quem ainda não foi visitar a empresa vá conhecer, localizada na Avenida Getúlio Vargas, 594 a Sidy Relojoaria e Ótica oferece uma variada linha de joias, relógios, óculos de sol, grau e muito mais. Com estacionamento aos fundo e próximo de ponto de ônibus possibilita o acesso fácil a todos à loja.

 

O Sidy

 

Vendedor nato, mas não é do tipo que quer vender e vender, ele quer atender, suprir a necessidade do cliente e é isso que falta no comercio nos dias de hoje, vendedores que querem resolver o problema das pessoas, oferecer solução para o que o cliente procura.

                O sorriso sempre no rosto, mas como isso? Sim, não importa a dificuldade, não faz muito tempo que ele praticamente perdeu uma vista, passou por uma cirurgia na cabeça, temeu a morte, mas nunca perdeu o sorriso. Dias depois da operação de alto risco lá estava ele, oferecendo um cafezinho aos clientes, cumprimentando cada um. Ele pode não dar conta de atender todos, mas todos recebem o carinho do Sidy.

Fotos: Divulgação CVJ