Volta às aulas: 53% dos consumidores devem fazer comparação de preços em SC

Volta às aulas: 53% dos consumidores devem fazer comparação de preços em SC

Selo de qualidade e atendimento também deverão ser determinantes na hora da compra

Por RCN/Adori SC 29/01/2018 - 11:19 hs

A compra do material escolar aquece as vendas do comércio catarinense todo início de ano letivo. Em 2018, os pais e responsáveis devem gastar, em média, R$ 265,37 com os produtos, conforme aponta a Pesquisa de Intenção de Compras- Volta às Aulas 2018, realizada pela Fecomércio SC. O investimento em Blumenau chega a R$ 318,70, o maior do estado; já os moradores de Criciúma pretendem ser mais econômicos (R$233,47). 

A maior parte das compras de itens solicitados pelas escolas deve ser realizada no fim de janeiro (27,1%) e início de fevereiro (38,6%). Lages tem índice expressivo (9,2%) de pessoas que pretende garantir a lista apenas após o início das aulas. Já em Joinville, o percentual daqueles que vão comprar na véspera ou depois está zerado.

De acordo com presidente da Federação, Bruno Breithaupt, a estratégia para equilibrar a compra dos itens com as outras despesas comuns no início do ano-como matrícula, IPTU, IPVA etc- já faz parte do comportamento do catarinense. "Os consumidores costumam fazer comparação de preços, principalmente destes itens que apresentam grande variação entre as lojas. Este ano, mais da metade (53,1%) deve recorrer à pesquisa de preços para garantir o melhor custo/benefício", afirma Breithaupt. Outra solução para economizar é a reutilização dos materiais do ano anterior (29,1%). 

Comportamento do consumidor 

Com 83,8% da preferência, papelarias, livrarias ou comércio de rua prometem ser os principais destinos dos consumidores. Os supermercados também ganham destaque em Chapecó (9,2%) e Itajaí (8,2%). 

Preço (59,2%), selo de qualidade (23,2%) e atendimento (8,4%) devem ser determinantes na hora da compra. Em Florianópolis, a fidelização de clientes (6,6%) também é levada em conta. Destaca-se o estabelecimento que oferecer promoções (66,5%), descontos para mais de um filho (17,6%) e facilidades nas formas de pagamento (6,1%). Os pagamentos devem ser efetuados à vista (66,7%), seguido pelo parcelado no crédito (13,7%) e débito (9,0%). 

Segundo os entrevistados, os filhos/dependentes podem acompanhar as compras (48,9%) e influenciar na escolha dos produtos (52,5%), embora 41,9% não estejam dispostos a pagar mais caro para agradá-los. 

A Pesquisa foi realizada com amostra de 2.060 entrevistados, entre os dias 11 e 18 de janeiro.

Confira a pesquisa completa.