Taxa de desemprego aumenta e atinge 13,1% em março

Índice representa cerca de 13,7 milhões de pessoas. Número de brasileiros que trabalham por conta própria aumentou

30/04/2018 - 11:48 hs

O índice de desemprego no Brasil alcançou 13,1% no trimestre de janeiro a março de 2018. Isso representa 13,7 milhões de pessoas desocupadas no país atualmente. A taxa apresentou aumento de 1,3 ponto percentual se comparada ao trimestre de outubro a dezembro do ano passado, quando fechou em 11,8% de pessoas sem ocupação. Os dados foram divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), nesta sexta-feira (27), e constam da pesquisa Pnad Contínua. 

O número de pessoas ocupadas foi estimado em 90,6 milhões no trimestre de janeiro a março de 2018. Esse contingente caiu 1,7% em relação ao trimestre anterior (outubro a dezembro). Em relação ao mesmo trimestre de 2017 (janeiro a março), quando havia no Brasil 88,9 milhões de pessoas empregadas, este indicador cresceu 1,8%.

Número de Carteiras assinadas diminui

O contingente de empregados no setor privado com carteira de trabalho assinada, estimado em 32,9 milhões de pessoas, caiu 1,2% frente ao trimestre anterior (outubro a dezembro de 2017). Em relação ao mesmo trimestre de 2017, também houve queda, desta vez de 1,5%, representando 493 mil pessoas.

Por conta própria

O contingente de trabalhadores por conta própria, que era de 23 milhões, ficou estável na comparação com o trimestre anterior (outubro a dezembro de 2017). Em relação ao mesmo período de 2017, este número cresceu 3,8%, chegando a 839 mil pessoas.

A categoria dos trabalhadores domésticos (6,2 milhões de pessoas) caiu 2,6% no confronto com o trimestre de outubro a dezembro de 2017. Frente ao trimestre de janeiro a março de 2017, houve estabilidade.

O grupo dos empregados no setor público - inclusive servidores estatutários e militares - estimado em 11,2 milhões de pessoas caiu 2,2% frente ao trimestre anterior. Já ao ser comparado com o mesmo trimestre de 2017 (janeiro a março), cresceu 3,2%.

Setores em queda

Conforme a análise por setor, comparando o período de janeiro a março deste ano, com outubro a dezembro do ano passado, houve redução no segmento Indústria (2,7%), Construção (5,6%), Comércio, reparação de veículos automotores e motocicletas (2,2%), Administração pública, defesa, seguridade social, educação, saúde humana e serviços sociais (1,7%,) e Serviços domésticos (2,6%).

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